O que fazer com plastificantes em creches



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Agência Federal do Meio Ambiente: pais e educadores devem mudar para produtos ecológicos sem plastificantes

Ontem, a associação de proteção ambiental BUND publicou um estudo segundo o qual as creches na Alemanha são predominantemente contaminadas com substâncias plastificantes nocivas. Após a publicação dos resultados do estudo, a Agência Federal do Meio Ambiente solicita que educadores e pais prestem muita atenção aos ingredientes ao comprar móveis e brinquedos. Existem vários produtos no mercado que dispensam substâncias perigosas. Um aperto da situação legal não é direcionado. O Governo Federal e a UE consideram que os consumidores devem agir e procurar alternativas seguras.

Um dia após o anúncio dos resultados do estudo do governo federal para a conservação ambiental e da natureza na Alemanha (BUND), pais e educadores em creches estão cada vez mais inseguros. No estudo da creche, os especialistas ambientais descobriram que os plastificantes (ftalatos) nos jardins de infância são, em média, três vezes mais altos do que as medições de poeira da UBA nas residências. Os chamados plastificantes são suspeitos há anos por terem um efeito semelhante ao hormônio. Em numerosos estudos, os cientistas chegaram à conclusão de que os amaciadores químicos são responsáveis ​​por uma queda na taxa de natalidade, malformações dos órgãos genitais e distúrbios de fertilidade em mulheres e homens. Por esse motivo, o Parlamento da UE aprovou recentemente uma nova lei que proíbe a substância ativa hormônio bisfenol-A (BPA) em mamadeiras e brinquedos infantis. No entanto, essa proibição visa apenas o BPA plastificante. Outros produtos químicos ainda não foram significativamente restringidos.

Plastificantes, especialmente nas instalações Nos 60 jardins de infância alemães examinados, os especialistas da BUND forneceram a substância perigosa cloreto de polivinila (PVC) principalmente em móveis, revestimentos de pisos, papéis de parede, tapetes de academia, estofados de móveis e toalhas de mesa plásticas. Em muitos casos, a presença de vários objetos com cloreto de polivinila elevou a carga média.

Agência Federal do Meio Ambiente: consumidores devem coletar renda A Agência Federal do Meio Ambiente agora se refere aos meios de auto-regulação nesse contexto. Os pais e a equipe de creches devem garantir que os plastificantes preocupantes sejam incluídos na compra dos produtos. "Os varejistas e distribuidores são obrigados a informar os consumidores, mediante solicitação, se um novo revestimento de piso contém plastificantes preocupantes. A lei química européia REACH exige que os varejistas forneçam informações sobre ingredientes da lista de substâncias particularmente preocupantes em 45 dias", explicou o Chefe da agência ambiental Jochen Flasbarth: os consumidores devem insistir em seus direitos e obter uma lista deles, acrescentou Flasbarth.

Cartas exemplares devem ajudar A Agência Federal do Meio Ambiente elaborou uma carta exemplar para ajudar pais e educadores. A carta contém uma lista, segundo a qual os varejistas podem ser perguntados exatamente sobre os ingredientes. O comércio agora é mais legalmente obrigado a fazer declarações vinculativas sobre a composição dos produtos. Se a informação for recusada, as pessoas afetadas podem reclamar com o Escritório Federal.

Substâncias que suscitam grande preocupação A Agência Europeia dos Produtos Químicos (ECHA) incluiu os quatro plastificantes mais amplamente utilizados e comercialmente bem-sucedidos na lista de "substâncias que suscitam grande preocupação". Esta lista mostra todos os produtos químicos perigosos que estão agendados para revisão. Outras substâncias químicas serão adicionadas no futuro. A inclusão na chamada lista de candidatos obriga as empresas a fornecer informações abrangentes. Não apenas os fabricantes, mas também os importadores e revendedores estão sujeitos ao dever de fornecer informações. Assim, todo cidadão tem o direito de obter informações precisas sobre certos produtos com plastificantes. Os consumidores podem usar essa solicitação de informações para controlar seu comportamento de compra e recorrer a alternativas, mas os críticos criticam que, em primeiro lugar, muitas pessoas não estão familiarizadas com esta lei da UE e, em segundo lugar, é mais provável que as informações fornecidas por não especialistas causem incerteza. Seria melhor, de acordo com especialistas em meio ambiente, se essas substâncias não fossem usadas de todo para produtos infantis e móveis para fabricação.

Como produtos seguros podem ser reconhecidos? A Agência Federal do Meio Ambiente enfatiza que mais e mais fabricantes mudaram nos últimos anos e agora estão produzindo cada vez mais produtos sem cloreto de polivinil ou BPA. Se você quer estar no lado seguro, preste atenção especial ao rótulo ambiental "Blue Angel" ou "Bio". Esses produtos são fabricados de maneira ecológica e demonstraram não prejudicar a saúde dos pais e filhos. A única desvantagem: os produtos ecológicos costumam ser mais caros que os convencionais. E os jardins de infância, em particular, carecem do dinheiro necessário para mudar para alternativas limpas. sb)

Leia também:
BUND: aumento da carga de plastificante em creches
Ambientalistas: proibição de BPA completamente inadequada

Imagem: Rainer Sturm / pixelio.de

Informação do autor e fonte



Vídeo: Massa para contra piso na bitoneira, Destruindo um mito


Comentários:

  1. Fetaur

    Que grandes interlocutores :)

  2. Joah

    Sim, de fato. E eu encontrei isso. Vamos discutir esta questão. Aqui ou em PM.

  3. Leighton

    Peço desculpas, mas, na minha opinião, você comete um erro. Eu posso defender a posição. Escreva para mim em PM, vamos conversar.

  4. Heardind

    SKOK KENTOV



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