Como os ratos diabéticos podem sobreviver sem insulina



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Possivelmente descoberto substituto para insulina para diabetes

Pessoas com diabetes dependem de injeções regulares de insulina porque, caso contrário, seu sangue estará com excesso de açúcar (hiperglicemia). Um estudo realizado por pesquisadores suíços da Universidade de Genebra em ratos com diabetes mostrou que outra substância poderia ser usada como alternativa no futuro. Diz-se que a chamada leptina tem menos efeitos colaterais e também funciona ainda melhor como antagonista do glucagon, que aumenta o nível de açúcar no sangue.

Leptina versus insulina no diabetes
O hormônio insulina decompõe o açúcar no organismo para que o nível de açúcar no sangue caia. No entanto, pessoas com diabetes têm deficiência de insulina, resistência à insulina ou ambas. Isso leva a um aumento indesejável dos níveis de açúcar no sangue, o que, na pior das hipóteses, pode levar ao coma hiperglicêmico. Portanto, a regra até agora era que pacientes diabéticos não podem viver sem insulina fornecida artificialmente.

Cientistas suíços liderados por Roberto Coppari, da Universidade de Genebra, realizaram estudos em ratos com diabetes, nos quais os pesquisadores podem ter descoberto uma possível alternativa para a insulina. Eles injetaram a substância leptina diretamente no cérebro dos camundongos com diabetes, a fim de identificar as células cerebrais responsáveis ​​pelos efeitos hipoglicêmicos da leptina. Além disso, os cientistas conseguiram identificar os tecidos que poderiam absorver o açúcar no sangue através da leptina. Isso incluía o fígado, certos músculos e o tecido adiposo marrom que queima gordura. Uma comunicação da Universidade de Genebra afirma que esses tecidos podem ser direcionados para terapias no futuro. Uma alternativa à insulina está surgindo, diz Coppari.

Embora a insulina seja uma maneira eficaz de diminuir os níveis de açúcar no sangue, os diabéticos podem esperar certos efeitos colaterais. Uma dosagem incorreta pode causar hipoglicemia e, portanto, perda de consciência. A insulina também aumenta a pressão arterial e os níveis de colesterol. Doenças cardiovasculares podem ser o resultado. Por outro lado, a leptina não parece causar nenhum desses efeitos colaterais. Em vez disso, acabou sendo um antagonista mais eficaz do glucagon, responsável por aumentar os níveis de açúcar no sangue, porque trabalha mais precisamente no açúcar no sangue. Além do fato de que a leptina não pode causar hipoglicemia, ela inibe o apetite e leva ao colapso dos estoques de gordura. Os pesquisadores publicaram seus resultados na revista "Cell Metabolism".

O diabetes está se tornando uma doença generalizada O diabetes está se tornando uma doença generalizada nos países industrializados. Muitas crianças e adolescentes também são afetados. Algumas décadas atrás, o diabetes tipo 2 ocorreu quase exclusivamente em pessoas idosas, razão pela qual a doença também era conhecida como "diabetes em adultos". Hoje, no entanto, os adolescentes já sofrem do distúrbio metabólico. Um estudo da Universidade de Ulm, publicado na revista especializada "Diabetes Pediátrico", mostra que crianças e adolescentes com histórico de migração são particularmente afetados pela doença. A causa é principalmente encontrada em razões socioeconômicas, o autor do estudo Dr. Wendy Awa. ag)

Imagem: Henrik Gerold Vogel / pixelio.de

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Vídeo: NOVA INSULINA MAIS RÁPIDA CHEGA AO BRASIL. Tom Bueno


Comentários:

  1. Kolby

    Sem opções....

  2. Geffrey

    Muito boa frase

  3. Tygozuru

    Na minha opinião, você está errado. Posso defender minha posição.



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